segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Destinada a uma orientação justa e verdadeira sobre as doenças mentais.

  O “DESEQUILÍBRIO QUÍMICO” COMO A CAUSA DA DOENÇA 
MENTAL NÃO TEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA.


AVISO IMPORTANTE PARA O LEITOR

A profissão psiquiátrica faz–se passar pelo único juiz na questão da saúde mental e “doenças” da mente. Os factos, contudo, demonstram o contrário:
1. OS “DISTÚRBIOS” PSIQUIATRICOS NÃO SÃO DOENÇAS MÉDICAS.
Na medicina, existe um critério para classificar uma condição como doença: tem de ter um grupo de sintomas e a causa dos sintomas previsíveis ou uma compreensão da sua fisiologia (função) deve ser provada e estabelecida. Arrepios e febre são sintomas. Malária e tifoide são doenças. Prova–se que existem doenças com evidências e testes físicos. No entanto, nunca nenhuma “doença” mental se provou existir medicamente.
2. OS PSIQUIATRAS TRATAM EXCLUSIVAMENTE DE “DISTÚRBIOS” MENTAIS, NÃO DE DOENÇAS COMPROVADAS.
Enquanto o objectivo final da medicina trata de doenças reais a psiquiatria lida apenas com “perturbações”. Na ausência de uma causa ou fisiologia conhecida, um grupo de sintomas observados em muitos pacientes diferentes é chamada de transtorno ou síndrome. O psiquiatra Joseph Glenmullen da Universidade de Harvard, Doutor em Medicina, diz que na psiquiatria: “Todos os diagnósticos são meramente síndromes [ou distúrbios], grupos de sintomas presumidos estarem relacionados, não doenças.” Como o Dr. Thomas Szasz, professor emérito de psiquiatria, observa: “Não há sangue ou outros testes biológicos para determinar a presença ou ausência de uma doença mental, como existe para a maioria das doenças do corpo.”
3. A PSIQUIATRIA NUNCA ESTABELECEU AS CAUSAS DE QUAISQUER “DISTÚRBIOS” MENTAIS.
As principais agências psiquiátricas tais como a Associação Psiquiátrica Mundial e o Instituto Nacional da Saúde Mental dos EUA admitiram também que os psiquiatras não sabem as causas ou curas para quaisquer transtornos mentais ou o que é que os seus “tratamentos” vão fazer especificamente ao paciente. Eles têm apenas teorias e opiniões conflituosas sobre os seus métodos e diagnósticos, e é desprovido de qualquer base científica para estes. Como o antigo presidente da Associação Mundial de Psiquiatria, declarou: “A época em que os psiquiatras consideraram que poderiam curar os doentes mentais deixou de existir. No futuro os doentes mentais terão de aprender a viver com a sua doença.”
4. A TEORIA DE QUE OS DISTÚRBIOS MENTAIS RESULTAM DE UM “DESEQUILÍBRIO QUÍMICO” É UMA OPINIÃO NÃO PROVADA, NÃO É UM FACTO.
Uma teoria psiquiátrica que prevalece (chave para a venda de drogas psicotrópicas) é que os disturbios mentais resultam de um desiquilibrio químico no cérebro. Tal como acontece com as suas outras teorias, não há nenhuma evidência biológica ou outras evidências para provar isso. Os representantes de um amplo grupo de peritos bioquímicos e médicos, Elliot S. Valenstein, Ph.D, autor de Blaming the Brain (Culpar o Cérebro), diz: “Não há provas disponíveis para avaliar a condição química do cérebro de uma pessoa viva.”
5. O CÉREBRO NÃO É A CAUSA REAL DOS PROBLEMAS DA VIDA.
Não há dúvidas que as pessoas experimentam problemas e transtornos que podem resultar em problemas mentais, por vezes muito sérios. Mas dizer que estes são “transtornos mentais” que só podem ser tratados com drogas perigosas é desonesto, prejudicial e frequentemente letal. Esses medicamentos são muitas vezes mais potentes que um narcótico e capazes de conduzir a uma violência ou suicídio. Eles mascaram a verdadeira causa dos problemas na vida e debilitam o indivíduo, negando–lhe, assim, a oportunidade de valorização real e de esperança para o futuro.



TERAPIAS BRUTAIS: “TRATAMENTOS” PREJUDICIAIS DA PSIQUIATRIA
INTRODUÇÃO


O tratamento de electrochoque — também conhecido como electroconvulsoterapia (ECT) — e “tratamentos” de psicocirurgia alegam tentar encenar um retorno à normalidade. No entanto, desde a sua criação, estes procedimentos têm sido perseguidos pelo conflito entre os psiquiatras ECT que os defendem, e multidões de vítimas e famílias das vítimas, cujas vidas foram completamente arruinadas por eles.
Então, quem é que está a dizer a verdade? Qualquer pessoa que tenha presenciado e tenha ficado enojado por causa de uma gravação real de uma ECT ou o processo de psicocirurgia sabe muito bem a resposta. Eles têm todas as marcas de métodos de torturas físicas que podem pertencer ao arsenal de um interrogador da KGB (polícia secreta da antiga União Soviética), mais do que a um inventário de um “profissional médico”. No entanto, poucas pessoas viram tais gravações, incluindo, ao que parece, aqueles que legislam a sua obrigatoriedade de uso — e poucos ainda os testemunharam em primeira mão.
Os psiquiatras enganosamente encobrem estes procedimentos com legitimidade médica: o ambiente hospitalar, assistentes de bata branca, anestésicos, medicamentos para paralisia muscular e equipamentos de aparência sofisticada. Os efeitos do tratamento de choque são terríveis, mas os resultados não são explicados aos pacientes e famílias. Pior ainda, quando são levantadas objecções, estas são anuladas.
Que esses procedimentos sejam extremamente rentáveis para os psiquiatras e hospitais, enquanto que resultam em contínuo “tratamento” psiquiátrico longo e dispendioso mais tarde, garantindo o futuro do negócio e renda para o psiquiatra, não é mencionado em conversas para convencer o relutante ou quem nem desconfia.
E, como Maria Garcia [não é o seu nome real] atestaria, se tudo o mais falhasse, os psiquiatras prontamente recorrem à coerção ou ao medo para extrair o “consentimento” para o tratamento.
Maria, uma dona de casa hispânica de meia–idade, consultou um psiquiatra depois de sentimentos de depressão que persistiam e foram–lhe prescritas drogas psiquiátricas. Depois de experimentar movimentos incontroláveis do corpo — resultado direto da indução de drogas que danificaram o seu sistema nervoso — o psiquiatra recomendou ECT. Ela recusou–se, mas depois quando internada no hospital para tratamento de desintoxicação de drogas, a ECT foi recomendada novamente. Apesar de ter resistido, o psiquiatra disse—lhe: “Os seus medos são nada menos que superstições cubanas” e “se não tiver estes tratamentos você vai morrer”. Ela recebeu cinco tratamentos de choque.
O marido dela relata o que aconteceu: “Como resultado dos tratamentos de ECT a memória da minha esposa foi muito prejudicada. Apesar de falar inglês como segunda língua por quarenta e dois anos, ela perdeu a maior parte da sua capacidade de falar e entender. Toda a experiência foi um engano, uma mentira, um golpe vigarista. A sua depressão não foi curada e a sua memória está muito deficiente agora estamos ambos furiosos com o que aconteceu. Eu sinto–me como se ela tivesse sido violada bem diante dos meus olhos.”
Com literalmente mil milhões de dólares em lucros auferidos à ECT e à psicocirurgia, há um nível terrível de desinformação sobre elas hoje, a maior parte foi espalhada por psiquiatras. Há muitos cientistas críticos do processo.
O Dr. John Friedberg, um neurologista, que pesquisou os efeitos da ECT por mais de trinta anos, declarou: “É muito difícil colocar em palavras o que faz o tratamento de choque às pessoas em geral.Isso destrói a ambição das pessoas e a sua vitalidade. Isso torna as pessoas um pouco mais passivas e apáticas. Além da amnésia, a apatia e a falta de energia é, na minha opinião, a razão para que os psiquiatras ainda o continuem a receitar.”
Mary Lou Zimmerman sabe como é perder a sua ambição e a sua vitalidade nas mãos de um psiquiatra. Em junho de 2002, um júri condenou a Clínica Cleveland, em Ohio a pagar 7500 milhões de dólares (€6 milhões) para esta senhora de 62 anos após uma operação de psicocirurgia horrível. A Sra. Zimmerman havia procurado tratamento para a compulsão de lavar as mãos depois de ler os relatórios brilhantes sobre o processo no site da clínica. A realidade era um pesadelo. Ela foi submetida a uma operação em que quatro furos foram perfurados na sua cabeça e partes do seu cérebro, cada um do tamanho aproximado de uma bola de gude, foram removidas. Após a provação, ela descobriu que era incapaz de andar, ficar em pé, comer ou usar a casa de banho sozinha. O seu advogado, Robert Linton, declarou: “Ela perdeu tudo, exceto a sua consciência de como ela agora está diferente.... Ela está completamente incapacitada e necessita de cuidados em tempo integral.”
Hoje, o sector psiquiátrico só nos Estados Unidos tem uma estimativa de 5 mil milhões de dólares (€ 4 mil milhões) da ECT por ano. Nos EUA, as pessoas de 65 anos recebem 360% mais electrochoques do que as pessoas de 64 anos de idade, uma vez que o Medicare (seguro de saúde do governo) tem efeito na idade 65, a prova que o uso da ECT é guiada não por compaixão médica, mas por lucro e ganância. Embora a psicocirurgia seja menos comum hoje em dia, até trezentas operações ainda são realizadas anualmente nos Estados Unidos, incluindo a famosa lobotomia pré–frontal.
Apesar das suas armadilhas sofisticadas da ciência, a brutalidade da ECT e psicocirurgia, verifica–se que a psiquiatria não avançou além da crueldade e da barbárie dos seus primeiros tratamentos. Este relatório foi escrito para ajudar a garantir que, assim como chicotadas, parasitismo e flagelos sejam agora ilegais, estes “tratamentos” também deveriam ser proibidos ou processados por crime de ataque violento como realmente são.
Sinceramente,

Jan Eastgate
Presidente da Comissão
dos Cidadãos para os Direitos Humanos








TERAPIAS BRUTAIS: “TRATAMENTOS” PREJUDICIAIS DA PSIQUIATRIA
INTRODUÇÃO

O tratamento de electrochoque — também conhecido como electroconvulsoterapia (ECT) — e “tratamentos” de psicocirurgia alegam tentar encenar um retorno à normalidade. No entanto, desde a sua criação, estes procedimentos têm sido perseguidos pelo conflito entre os psiquiatras ECT que os defendem, e multidões de vítimas e famílias das vítimas, cujas vidas foram completamente arruinadas por eles.
Então, quem é que está a dizer a verdade? Qualquer pessoa que tenha presenciado e tenha ficado enojado por causa de uma gravação real de uma ECT ou o processo de psicocirurgia sabe muito bem a resposta. Eles têm todas as marcas de métodos de torturas físicas que podem pertencer ao arsenal de um interrogador da KGB (polícia secreta da antiga União Soviética), mais do que a um inventário de um “profissional médico”. No entanto, poucas pessoas viram tais gravações, incluindo, ao que parece, aqueles que legislam a sua obrigatoriedade de uso — e poucos ainda os testemunharam em primeira mão.
Os psiquiatras enganosamente encobrem estes procedimentos com legitimidade médica: o ambiente hospitalar, assistentes de bata branca, anestésicos, medicamentos para paralisia muscular e equipamentos de aparência sofisticada. Os efeitos do tratamento de choque são terríveis, mas os resultados não são explicados aos pacientes e famílias. Pior ainda, quando são levantadas objecções, estas são anuladas.
Que esses procedimentos sejam extremamente rentáveis para os psiquiatras e hospitais, enquanto que resultam em contínuo “tratamento” psiquiátrico longo e dispendioso mais tarde, garantindo o futuro do negócio e renda para o psiquiatra, não é mencionado em conversas para convencer o relutante ou quem nem desconfia.
E, como Maria Garcia [não é o seu nome real] atestaria, se tudo o mais falhasse, os psiquiatras prontamente recorrem à coerção ou ao medo para extrair o “consentimento” para o tratamento.
Maria, uma dona de casa hispânica de meia–idade, consultou um psiquiatra depois de sentimentos de depressão que persistiam e foram–lhe prescritas drogas psiquiátricas. Depois de experimentar movimentos incontroláveis do corpo — resultado direto da indução de drogas que danificaram o seu sistema nervoso — o psiquiatra recomendou ECT. Ela recusou–se, mas depois quando internada no hospital para tratamento de desintoxicação de drogas, a ECT foi recomendada novamente. Apesar de ter resistido, o psiquiatra disse—lhe: “Os seus medos são nada menos que superstições cubanas” e “se não tiver estes tratamentos você vai morrer”. Ela recebeu cinco tratamentos de choque.
O marido dela relata o que aconteceu: “Como resultado dos tratamentos de ECT a memória da minha esposa foi muito prejudicada. Apesar de falar inglês como segunda língua por quarenta e dois anos, ela perdeu a maior parte da sua capacidade de falar e entender. Toda a experiência foi um engano, uma mentira, um golpe vigarista. A sua depressão não foi curada e a sua memória está muito deficiente agora estamos ambos furiosos com o que aconteceu. Eu sinto–me como se ela tivesse sido violada bem diante dos meus olhos.”
Com literalmente mil milhões de dólares em lucros auferidos à ECT e à psicocirurgia, há um nível terrível de desinformação sobre elas hoje, a maior parte foi espalhada por psiquiatras. Há muitos cientistas críticos do processo.
O Dr. John Friedberg, um neurologista, que pesquisou os efeitos da ECT por mais de trinta anos, declarou: “É muito difícil colocar em palavras o que faz o tratamento de choque às pessoas em geral.Isso destrói a ambição das pessoas e a sua vitalidade. Isso torna as pessoas um pouco mais passivas e apáticas. Além da amnésia, a apatia e a falta de energia é, na minha opinião, a razão para que os psiquiatras ainda o continuem a receitar.”
Mary Lou Zimmerman sabe como é perder a sua ambição e a sua vitalidade nas mãos de um psiquiatra. Em junho de 2002, um júri condenou a Clínica Cleveland, em Ohio a pagar 7500 milhões de dólares (€6 milhões) para esta senhora de 62 anos após uma operação de psicocirurgia horrível. A Sra. Zimmerman havia procurado tratamento para a compulsão de lavar as mãos depois de ler os relatórios brilhantes sobre o processo no site da clínica. A realidade era um pesadelo. Ela foi submetida a uma operação em que quatro furos foram perfurados na sua cabeça e partes do seu cérebro, cada um do tamanho aproximado de uma bola de gude, foram removidas. Após a provação, ela descobriu que era incapaz de andar, ficar em pé, comer ou usar a casa de banho sozinha. O seu advogado, Robert Linton, declarou: “Ela perdeu tudo, exceto a sua consciência de como ela agora está diferente.... Ela está completamente incapacitada e necessita de cuidados em tempo integral.”
Hoje, o sector psiquiátrico só nos Estados Unidos tem uma estimativa de 5 mil milhões de dólares (€ 4 mil milhões) da ECT por ano. Nos EUA, as pessoas de 65 anos recebem 360% mais electrochoques do que as pessoas de 64 anos de idade, uma vez que o Medicare (seguro de saúde do governo) tem efeito na idade 65, a prova que o uso da ECT é guiada não por compaixão médica, mas por lucro e ganância. Embora a psicocirurgia seja menos comum hoje em dia, até trezentas operações ainda são realizadas anualmente nos Estados Unidos, incluindo a famosa lobotomia pré–frontal.
Apesar das suas armadilhas sofisticadas da ciência, a brutalidade da ECT e psicocirurgia, verifica–se que a psiquiatria não avançou além da crueldade e da barbárie dos seus primeiros tratamentos. Este relatório foi escrito para ajudar a garantir que, assim como chicotadas, parasitismo e flagelos sejam agora ilegais, estes “tratamentos” também deveriam ser proibidos ou processados por crime de ataque violento como realmente são.
Sinceramente,

Jan Eastgate
Presidente da Comissão
dos Cidadãos para os Direitos Humanos

sábado, 10 de setembro de 2011

Cuidados com a vida.

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DECLARAÇÃO DA SAÚDE MENTAL

pela Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos
Todas as organizações de direitos humanos estabelecem códigos através dos quais alinham os seus propósitos e atividades. A Declaração dos Direitos Humanos para a Saúde Mental articula os princípios orientadores da CCHR e o standard pelo qual as violações dos direitos humanos pela psiquiatria são implacavelmente investigadas e expostas.
A. O direito ao consentimento informado completo, incluindo:
    1. O teste científico/médico confirmando todos os alegados diagnósticos de distúrbio psiquiátrico e o direito de refutar qualquer diagnóstico psiquiátrico de “doença” mental que não pode ser confirmado clinicamente.
    2. Divulgação completa de todos os riscos documentados de qualquer droga ou “tratamento” proposto.
    3. O direito de ser informado de todos os tratamentos médicos disponíveis, que não incluem a administração de um medicamento ou tratamento psiquiátricos.
    4. O direito de recusar qualquer tratamento que o paciente considere prejudicial.
B. Não pode ser administrado a nenhuma pessoa tratamento psiquiátrico ou psicológico contra a sua vontade.
C. A nenhuma pessoa, homem, mulher ou criança, pode ser negada a sua liberdade pessoal devido a suposta doença, mental sem um julgamento justo pela justiça e com representação legal apropriada.
D. Nenhuma pessoa pode ser internada ou mantida numa instituição, hospital ou instalação psiquiátrica devido às suas crenças e práticas religiosas, políticas ou culturais.
E. Qualquer paciente tem:
    1. O direito a ser tratado com dignidade como ser humano.
    2. O direito a conforto hospitalar sem distinção quanto a raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política, origem social ou posição por direito de nascimento ou propriedade.
    3. O direito a ter um exame físico e clínico completo por um médico de medicina geral registado e competente de escolha pessoal, para assegurar que a condição mental de uma pessoa não é causada por qualquer doença física, ferimento ou defeito, não detectada e sem tratar e o direito a procurar uma segunda opinião médica da sua escolha.
    4. O direito a instalações médicas totalmente equipadas e pessoal médico treinado de forma apropriada nos hospitais, para que possam ser executados exames clínicos e físicos competentes.
    5. O direito a escolher o género ou tipo de terapia a ser utilizado e o direito a discutir isto com um médico de medicina geral, curador ou ministro de escolha pessoal.
    6. O direito a que todos os efeitos secundários de qualquer tratamento oferecido sejam tornados conhecidos e compreensíveis para o paciente, por escrito e na língua materna do paciente.
    7. O direito de aceitar ou recusar tratamento, mas em particular, o direito de recusar a esterilização, tratamento de electrochoque, choque de insulina, a lobotomia (ou qualquer outra operação cerebral psicocirúrgica), terapia de aversão, narcoterapia, terapia de sono profundo e quaisquer drogas que produzem efeitos secundários indesejados.
    8. O direito a fazer queixas oficiais, sem represálias, a um quadro independente, que é composto por pessoal não psiquiátrico, advogados e leigos. As queixas podem abranger quaisquer tratamentos ou punições tortuosos, cruéis, desumanos ou degradantes recebidos enquanto sob cuidado psiquiátrico.
    9. O direito a ter aconselhamento privado com um conselheiro legal e agir legalmente.
    10. O direito a se libertar de uma instalação psiquiátrica em qualquer altura e a estar livre sem confinamentos, não tendo cometido qualquer ofensa.
    11. O direito a gerir a sua própria propriedade e assuntos com um conselheiro legal, se necessário, ou se considerado incompetente por um tribunal, a ter um advogado executor nomeado pelo Estado para gerir tais propriedades até ser considerado competente. Tal executor é responsável perante a família próxima do paciente, ou conselheiro legal ou tutor.
    12. O direito a ver e a possuir os registos hospitalares pessoais e a agir legalmente de acordo a qualquer informação falsa aí contida que possa ser prejudicial para a reputação pessoal.
    13. O direito a procurar ação criminal, com a ajuda plena de agentes da autoridade, contra qualquer psiquiatra, psicólogo ou pessoal hospitalar no caso de qualquer abuso, falsa detenção, agressão como resultado do tratamento, abuso ou violação sexual, ou qualquer violação da saúde mental ou de outra lei. E o direito a uma lei de saúde mental que não indeniza ou modifica as penas para o tratamento criminoso, abusivo ou negligente de pacientes, cometido por qualquer psiquiatra, psicólogo ou pessoal hospitalar.
    14. O direito a processar os psiquiatras, as suas associações e faculdades, a instituição, ou o pessoal por detenção ilegal, relatórios falsos ou tratamento prejudicial.
    15. O direito a trabalhar ou recusar trabalhar, e o direito a receber uma compensação justa numa escala de pagamento comparável ao sindicato ou salários nacionais/estatais por trabalho semelhante, por qualquer trabalho realizado enquanto hospitalizado.
    16. O direito à educação ou treino para capacitar uma pessoa a ganhar o seu sustento quando recebe alta e o direito de escolha quanto ao tipo de educação ou treino que é recebido.
    17. O direito a receber visitas e um ministro da sua fé.
    18. O direito de fazer e receber telefonemas e o direito à privacidade respeitante a toda a correspondência de e para qualquer pessoa.
    19. O direito a associar–se livremente ou não com qualquer grupo ou pessoa numa instituição, hospital ou instalação psiquiátrica.
    20. O direito a um ambiente seguro sem ter nesse ambiente pessoas quer foram colocadas aí por razões de crime.
    21. O direito a estar com outras pessoas do seu grupo etário.
    22. O direito a usar roupas pessoais, a ter pertences pessoais e a ter um lugar seguro onde os colocar.
    23. O direito a exercício físico diário a céu aberto.
    24. O direito a uma dieta e nutrição apropriada e a três refeições diárias.
    25. O direito a instalações higiénicas e não sobrelotadas, e a tempo de lazer e descanso suficiente e imperturbável.
    Palavras da:Comissão dos cidadãos para os direitos humano.
    se junte a nos!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Só para quem deseja uma mudança de verdade.

Hoje em dia.é muito raro encontra o caminho verdadeiro para DEUS. Eu não preciso falar nada da religião,pós você mesmo já sabe o que acontece com você.Se você encontrou a verdadeira felicidade ótimo! Sinal que você foi um bom aluno na busca do PAI. Buscai sempre o caminho do bem e da calma ESPIRITUAL,pós quando algo se revelar a você,já estara preparado para dar sua sentença de vencedor.A alto biografia de um iogue hoje e considerado um dos livros ESPIRITUAIS mais vendido no mundo,e um livro que traz para você, uma mudança verdadeira a quem ler,é onde você se encontra realmente de verdade, elevando o seu ESPIRITO.não é preciso usar todo o seu intelecto,pós a inteligencia sempre vai esta atraz da sabedoria!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Estou querendo muito ajudar pessoas a se libertar desse mau tão horrível que domina muitas pessoas no mundo que se chama depressão.Tive depressão por 10 anos,mim classifico em um nível 3,pós e o momento que a mente domina por completo o individuo.Tentei encontra pessoas que realmente tinham encontrado a total cura,mais fui infeliz de não encontra ninguém.Existe pessoas que afirma que estão curadas,mais para mim, a verdadeira cura é aquela que você não depende de nada para falar que esta curado.Se você ainda toma algum tipo de medicação seja fiel a se mesmo quando afirma que esta curado."DEPRESSÃO" É só o momento em que sua mente te domina,e para você alcançar a cura,basta só silenciar o que lhe incomoda, e esteja comigo nessa luta contra esse problema que se chama.DEPRESSÃO.